Pela primeira vez no governo Kalil um projeto do executivo é barrado em reunião plenária.

Hoje (3/4) foi votado o PL 622/18 de autoria do prefeito que visava colocar à venda imóveis do município pelo seu valor venal, ou seja, “a preço de banana”.
Para Bueno, dilapidar o patrimônio da cidade sem algo que justifique sua absoluta necessidade, causa mais do que estranheza.

Estes imóveis afiançavam a saúde financeira da previdência dos servidores municipais, os quais contribuíram por décadas, compulsoriamente, para aquisição dos mesmos (BEPREM).

Bueno foi acusado pelo líder de governo de obstruir, regimentalmente, os trabalhos da Casa. No entanto, o vereador Pedro Bueno trabalhou, neste aspecto, conclamando outros vereadores ao propósito de defender o patrimônio do povo de Belo Horizonte.

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